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Canavieiras Bahia Brasil - O Paraiso das Ilhas e a Prinzesa do sul
Siga a rota do ecoturismo e encontre esse encantado paraíso... Canes, onde a gente se descontrai e se perde na emoção da dança silenciosa das palhas dos coqueiros que invadem todas as possíveis emoções. O cenário de Canavieiras é de prazer e romantismo. Andar de bicicleta, cavalgar numa trilha selvagem, explorar praias virgens, tomar banho de mar e rio faz com que a natureza esteja sempre próxima. Sete ilhas marítimas, entre elas a ilha de Atalaia, a mais importante, e diversas fluviais, dezessete quilômetros de praias, coqueiral , reserva de Mata Atlântica e áreas de manguezal (RESEX Canavieiras) que abrigam garças, papagaios, gaivotas e andorinhas entre a variada e rara fauna silvestre, formam a beleza cênica de Canavieiras, a 115 quilômetros de Ilhéus, 207 de Porto Seguro e 576 quilômetros ao sul de Salvador.
" Canavieiras para todos, Canes para os Íntimos " Bandeira
e Hino | Canavieiras
| Costa de Cacau | História | Início
do Povoado | A
Origem do Nome "Canavieiras"
Canavieiras, Bahia Banhada por diversos rios,
sendo o principal o Pardo, a cidade tem ruas
largas e arborizadas. As atividades de turismo e lazer natureza, que
oferece
um cenário romântico para andar de bicicleta, cavalgar
numa
trilha selvagem, explorar praias virgens e tornar banho de mar ou de
rio.
A principal fonte de renda do município é a lavoura cacaueira, roas se destacam o côco, a piaçava, a madeira, a pecuária, o dendê, além do seu enorme e inesgotável potencial turístico. A publicação "Bíblia do Pescador", em sua última edição, destaca Canavieiras como o maior pesqueiro natural de Robalo do Brasil, fato que deve atrair para o lugar, uma significativa parcela de esportistas adeptos da pesca. E também a pesca do Marlin Azul em alto mar Os principais pontos turísticos do lugar são: a Ponte do Loyd, a Fazenda Cubículo (onde, em 1749, foi plantado o primeiro cacaueiro da Bahia, nascendo assim a chamada "civilização do cacau"), a sede da prefeitura, a sede da biblioteca municipal a Barra da Atalaia, a Barra do Albino, a Barra Velha, Puxim de Dentro, Burundanga, Cais do Porto, Igreja de São Boaventura e Igreja de Santo Antônio de Atalaia.
O turismo na Costa do Cacau desenvolve-se a passos largos, com investimentos de empresários nacionais e estrangeiros - especialmente suíços e franceses - e incentivos fiscais oferecidos pelas prefeituras municipais para quem investir no setor. Nos últimos anos, a oferta de serviços e infra estrutura de qualidade cresceu na proporção da demanda da alta estação turística - entre novembro e fevereiro - e hoje a região dispõe de aproximadamente sete mil leitos, tendo corno carro-chefe o Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba, o maior resort da América do Sul. Durante a baixa estação, o turista de Canavieiras tem, além de belíssimas praias ensolaradas, a vantagem de poder desfrutar das delícias da terra da Gabriela a preços reduzidos em até 50% - no caso das diárias em pousadas. O ano de 1700 é considerado o marco inicial para a povoação do município de CANES. A área que hoje corresponde ao município integrava a capitania de São Jorge dos Ilhéus. Mesmo quando o donatário JORGE FIGUEIREDO CORREIA, fidalgo português, deslanchou o processo de colonização das terras situadas na foz do rio Patipe, hoje Rio Pardo, essas terras ainda permaneceram por muito tempo despovoadas de brancos. Com o desenvolvimento da Capitania nos
começos do século
XVII, foi determinada a criação de novos núcleos
populacionais
em áreas ainda não exploradas, com vista à
colonização
e a expulsão dos indígenas que ali habitavam. por outro
lado,
evidenciava-se a ambição em relação
à
descoberta de metais preciosos, além do combate aos
índios. É dentro deste conturbado contexto que os
historiadores
supõem
ter sido iniciada a colonização do território onde
se situa o município de Canavieiras, no final do século
XVII
e início do século XVII. Conta-se que um grupo de aventureiros brasileiros e portugueses fugindo dos índios e em busca de melhores terras para suas lavouras chegou a um sítio próximo à costa, conhecido por POXIM (termo que na língua Tupi significa "coisa feia e ruim"). Aí se fixaram e depois construíram uma capela sob a invocação de São Boaventura, cuja imagem fora encontrada na praia. Em torno da capela começou a se formar a nova povoação, de forma organizada. Em 1718, o pequeno povoado já havia se tornado "Freguesia de São Boaventura do Puxim" e a cada dia seu desenvolvimento era mais crescente, tanto que no reinado de D. João VI, por decreto de 13 de dezembro, o povoado passou a categoria de "Imperial Vila de Canavieiras" Com o fim da monarquia a vila adquiriu o Foro de cidade, a 25 de maio de 1881, os primeiros dez anos após esta data foram de extremo desenvolvimento, chegando a ser uma das mais importantes cidades do Sul da Bahia, o que lhe valeu o cognome de "Princesa do Sul". O núcleo original mostrou sinais de crescimento, se não intenso, pelo menos contínuo. Outros núcleos foram surgindo pelas adjacências, estendendo-se até as proximidades do rio Patipe, e do rio Pardo. Mais tarde ficou constatado que próximo à foz do referido rio o local se apresentava em melhores condições de sobrevivência. Daí terem se deslocado para lá muitos moradores de núcleos já estabelecidos. Esse local veio a ser a sede do Município. Uma das primeiras famílias a se deslocarem de Poxim para a foz do rio Pardo foi a família VIEIRA. E como muitos outros se dedicaram à cultura de cana-de-açúcar. Daí, segundo a tradição, a localidade ficar conhecida pelo nome de CANAVIEIRAS (cana dos VIEIRAS, ou em razão da cultura Canavieira).
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